quinta-feira, 07 janeiro 2021 10:49

Formação criada pela Cruz Vermelha é obrigatória a profissionais que realizam testes antigénio à COVID-19

A par do mundo, Portugal trava uma Pandemia ímpar e sem precedentes nos tempos modernos.

Apesar de todo o conhecimento e defesas científicas que o Homem adquiriu ao longo dos séculos, não foi possível travar o impacto no quotidiano da população no geral. Com isto, a maior defesa que existe é a identificação de pessoas contagiadas pela COVID-19 minimizando, assim, a propagação da doença.

A Cruz Vermelha disponibilizou mais de 500 mil testes antigénio de resposta rápida ao Estado, cuja aplicação está prevista pela norma de estratégia nacional de testes para a SARS-CoV-2 em contexto de surtos. Assim, desde o passado dia 9 de novembro, os Médicos do Serviço Nacional de Saúde podem prescrever estes testes de leitura rápida para a COVID-19.

Esta premissa torna como neccessária a capacitação e especialização de equipas médicas e recursos humanos através de formação de base suficiente para realizarem os testes de diagnóstico, com particular destaque na promoção de técnicas de diagnóstico, procedimentos invasivos e práticas de saúde pública.

Com este intuito, a Cruz Vermelha Portuguesa preparou uma formação gratuita, ainda que sujeita a registo prévio, e em formato e-learning,  que possibilitará aos profissionais adotarem boas práticas de saúde pública na resposta à COVID-19, permitindo-lhes compreender e executar todo o processo associado à testagem para diagnóstico da doença.

Esta formação de 4 horas, totalmente online, está vinculada como obrigatória nas competências exigidas na  Circular informativa conjunta DGS, INSA e INFARMED Nº 005/CD100.20.200 de 13 de novembro de 2020, dirigida profissionais de saúde por forma a capacitá-los para a prática na colheita de amostras biológicas.


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