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Cruz Vermelha presente na campanha "Ser Solidário" do Multibanco
Terça, 31 Janeiro 2017 11:39

A Cruz Vermelha Portuguesa vai integrar novamente a campanha "Ser Solidário" na rede Multibanco, a partir do dia 1 de Fevereiro de 2017 durante o período aproximado de um ano.

Assim, num Caixa Automático Multibanco, poderá efectuar o seu donativo para a CVP, bastando seguir os seguintes passos:

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  1. Introduzir o cartão bancário;
  2. Digitar o código pessoal secreto;
  3. Seleccionar "Transferências";
  4. Seleccionar "Ser Solidário";
  5. Escolher a entidade "Cruz Vermelha Portuguesa";
  6. Indicar o montante do donativo;
  7. Seleccionar opção de impressão (Talão ou Recibo);
  8. Digitar o NIF se seleccionar a opção Recibo;
  9. Confirmar a operação.

Os utilizadores têm também a opção de solicitar um comprovativo para efeitos fiscais. Para tal devem seleccionar a opção “Recibo” e introduzir o seu Número de Contribuinte. No final da operação, o talão comprovativo é valido para efeitos de apresentação no serviço de Finanças, estando o cabeçalho preenchido com os dados fiscais da Cruz Vermelha Portuguesa.

Este meio é disponibilizado pela campanha "Ser Solidário” da SIBS e dos bancos do sistema Multibanco, podendo ser suspensa a qualquer momento.


Nota importante
As doações monetárias são a melhor forma de ajudar as pessoas carenciadas ou vítimas de desastres, porque o dinheiro pode, de forma muito rápida e simples, ser transferido para qualquer conta bancária ou convertido imediatamente nos bens necessários, em qualquer parte de Portugal ou do mundo. Desta forma, a Cruz Vermelha pode usar o seu forte poder de compra para beneficiar o maior número de pessoas e ajustar a resposta muito rapidamente a necessidades e prioridades variáveis.

 
Dia Internacional dos Migrantes, declaração da Cruz Vermelha
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Declaração da Cruz Vermelha da União Europeia

Todos os migrantes têm direitos

Apelamos ao respeito pelos direitos dos migrantes em situação irregular

 

Bruxelas, 18 de Dezembro de 2016

No Dia Internacional dos Migrantes, o Gabinete da Cruz Vermelha da União Europeia incentiva os seus Estados-Membros a tomarem medidas decisivas para proteger a dignidade dos migrantes em situação irregular.

Os migrantes em situação irregular estão entre as pessoas mais vulneráveis na Europa. Contudo, muitas das suas necessidades não são abordadas, pois muitas vezes vivem na sombra da sociedade, com medo de serem detidos. Vivem clandestinamente, com frequência, e enfrentam dificuldades significativas no acesso a serviços básicos e assistência vital como é a assistência médica, educação ou apoio jurídico. "Apesar de ser difícil quantificar os números, sabemos que este grupo está a aumentar, como pessoas que desparecem da face da terra porque lhes é negado o direito de asilo ou optam por não submeter o pedido nos países de trânsito. Os nossos colaboradores estão preocupados com a crescente vulnerabilidade dos migrantes que encontram nos seus trabalhos", sublinha Denis Haveaux, director do Gabinete da Cruz Vermelha da UE.

As medidas destinadas a reduzir a migração irregular para e dentro da UE não devem esconder o facto de que todos os migrantes - incluindo os que estão em situação irregular - têm direitos fundamentais. O seu acesso à ajuda humanitária, aos serviços básicos e à protecção não deve ser negado. No entanto, as organizações da sociedade civil que se comprometem a responder aos migrantes, como as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha, enfrentam dificuldades em chegar aos migrantes em situação irregular.

Hoje, mais do que nunca, apelamos à UE e aos seus Estados-Membros a alterar qualquer legislação que complique ou mesmo proíba a provisão de ajuda humanitária aos migrantes. “Gestos de solidariedade e humanidade estão entre os mais positivos aspectos do património da UE. Devem ser comemorados.”, salienta Denis Haveaux. "É crucial que os líderes da UE permitam e encorajem a ajuda humanitária.”

Há muitas razões que justificam os migrantes a procurar entrar irregularmente ou cair em irregularidades num Estado-Membro. Os migrantes que estão em trânsito ou que ainda não solicitaram protecção internacional, podem encontrar-se numa situação irregular. A ausência de vias legais de acesso a protecção, em segurança, na EU, também, leva as pessoas a migrarem irregularmente. As Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha em toda a Europa têm vindo a observar o seguinte: muitos migrantes procuram rotas perigosas para chegar ao seu destino pretendido ou permanecem retidos em áreas remotas – onde têm pouco acesso a serviços e assistência.

"Os nossos colegas oferecem uma gama de serviços, incluindo primeiros socorros, rastreios, cuidados médicos e fornecimentos de emergência, tais como alimentos, água e itens de higiene. Prestam apoio a todos os migrantes, independentemente do seu estatuto jurídico. 

O principal desafio é ser capaz de contactarem com migrantes em situação irregular, especialmente nos pontos de passagem de fronteira e em detenção. Estamos extremamente preocupados pelas consequências humanitárias desta situação", diz Denis Haveaux.

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Actualmente, vários Estados Membros estão a alterar a sua legislação para restringir as condições de acesso à protecção internacional e ao reagrupamento familiar. Além disso, o crescente aumento da aplicação de critérios de acesso como parte dos procedimentos de asilo, está a empurrar os migrantes para evitarem o sistema de asilo, colocando-os frequentemente num limbo legal. Para pessoas cujo pedido de protecção internacional foi recusado, mas não podem ser devolvidas ao seu país de origem, devido a obstáculos concretos, práticos ou jurídicos, existe um risco elevado de cair em irregularidades. A UE e os seus Estados Membros devem trabalhar para facilitar o acesso destes migrantes a um estatuto seguro e digno.

Nos últimos meses, a UE e os seus Estados-Membros sublinharam a necessidade de reforçar o controlo de fronteiras e facilitar o regresso para reduzir a entrada irregular e a estadia dos migrantes. Enquanto os migrantes que tentam atravessar fronteiras podem ser agora menos visíveis, certamente não são menos vulneráveis. "Embora o retorno seja uma fase possível no processo de migração, ele só deve ocorrer quando puder ser feito com segurança e dignidade ", diz Denis Haveaux. "O cumprimento dos direitos fundamentais do migrante deve ser garantido."

 
Sede Nacional da Cruz Vermelha recebe 3.º lugar nos Prémios Healthy Workplaces
Quinta, 15 Dezembro 2016 15:11
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No passado dia 13 de Dezembro de 2016, a Cruz Vermelha Portuguesa recebeu o 3º lugar do Prémio Healthy Workplaces 2016 para as Médias Empresas, na sede da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), em Lisboa.

Com os “Prémios Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis 2016”, a OPP pretendeu reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o bem-estar e a saúde (física e psicológica) no local de trabalho.

Na candidatura apresentada, a CVP demonstrou um forte empenho e uma abordagem participativa na gestão dos riscos psicossociais e da saúde ocupacional naquela que é a gestão localizada na Sede Nacional. E, com esta distinção, a Instituição pretende incentivar a replicação de ações que contribuirão para locais de trabalho saudáveis e motivadores por toda a Rede CVP.

De referir que a Cruz Vermelha Portuguesa é uma organização humanitária, que segue as orientações do Movimento Internacional da CV e cujo cumprimento da missão enquanto entidade humanamente responsável deve traduzir-se na atenção e cuidado com os colaboradores e voluntários.

Com este foco e mais 151 anos de existência, a CVP mantém-se disponível para a mudança, aceitação e integração de novos ritmos de trabalho, podendo, assim, ser embaixadora de boas práticas e promotora de locais de trabalho saudáveis, tanto junto da rede Cruz Vermelha (180 Estruturas Locais em Portugal), como da comunidade (dada a força da imagem de marca).

A CVP está empenhada na dinamização de ações de capacitação dos recursos humanos em gestão de stress; ações de teambuilding; competências de liderança eficaz e eficiente; prevenção de burnout e stress ocupacional; mantendo a importância e disseminando a metodologia utilizada centralmente para uma efetiva avaliação dos riscos psicossociais.

 
1ª edição workshop "TIR - Extended Aplication", 30/março-2/abril, Lisboa: inscrições abertas
Segunda, 12 Dezembro 2016 16:57

De forma a dar continuidade ao processo formativo na área do trauma, a Cruz Vermelha Portuguesa anuncia a realização do workshop Traumatic Incident Reduction- Extended Aplication (TIR-EA), que decorrerá na Sede Nacional desta Instituição, em Lisboa, entre os dias 30 de Março e 02 de Abril de 2017.

O TIR-EA pretende consolidar conhecimentos e habilidades adquiridas no primeiro workshop de TIR e, assim, adicionar um conjunto de novas ferramentas ao repertório do facilitador. Desta forma, vai proporcionar ao praticante a capacidade de enfrentar e resolver uma maior panóplia de dificuldades humanas e preocupações.

Os objectivos desta iniciativa passam, entre outros, por listar e descrever as técnicas para preparar um cliente que ainda não está pronto para TIR; analisar a teoria de técnicas de reparação; discutir o uso da TIR em situações de adição; descrever como o TIR é aplicado a situações de trauma complexo.

Clique aqui para obter informação mais detalhada sobre este workshop.

Além do aprofundar da técnica, os quatro dias de formação vão permitir o contacto directo com Marian Volkman, especialista na intervenção em trauma desde a década de 80 que tem estado em vários pontos do mundo disseminando a formação em TIR, sendo uma referência na aplicação da técnica em crianças.

O workshop TIR-EA será também dinamizado por Bruno Brito, psicólogo especialista em psicotraumatologia, contando também com a parceria com Applied Metapsychology International, entidade que certifica a formação.

As vagas são limitadas e sujeitas à submissão e ao pagamento da inscrição.

O valor da inscrição é de 400€, para quem se inscrever até 31 de Janeiro, e de 450€, para inscrições após esta data. Mediante solicitação, é possível fazer fraccionamento do valor da inscrição.

Para submeter a inscrição é necessário preencher a respectiva ficha de inscrição e enviá-la, junto com o comprovativo do pagamento por transferência bancária, para o email Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar


Para esclarecimentos adicionais, contactar:

Susana Gouveira, Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Telefone 213913900, extensão 275
 
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